Quaest: Celina tem 53% dos votos válidos e pode ser reeleita no DF em 1º turno
Petista Leandro Grass está em segundo lugar com 32%, seguido por Paula Belmonte (PSDB), com 10%
Pesquisa Quaest divulgada neste sábado (3), véspera do 1º turno, mostra que a governadora Celina Leão (PP) lidera a disputa pelo governo do Distrito Federal, com 53% dos votos válidos, seguida por Leandro Grass (PT), com 32%, e por Paula Belmonte (PSDB), com 10%.
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O levantamento foi realizado entre 2 e 3 de outubro, ouviu 2.652 eleitores de 16 anos ou mais no DF e foi encomendado pela Globo. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
Com 53% dos votos válidos, Celina aparece numericamente acima do patamar necessário para uma vitória já no primeiro turno, que exige 50% dos votos válidos mais um voto. O cenário indica possibilidade de reeleição sem segundo turno, mas os números precisam ser lidos dentro da margem de erro.
Na pesquisa, também são medidos os desempenhos de Cappelli (PSB), Kiko Caputo (Novo), Professora Samara Mineiro (UP), Professor Robson (PSTU), Elisson (Agir), Expedito Mendonça (PCO) e Rico Pinheiro (PRTB), que registram percentuais menores que os três primeiros colocados.
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Michelle lidera no Senado
A Quaest tam,bém mostra que Michelle Bolsonaro (PL) lidera a disputa pelas duas vagas do Senado pelo Distrito Federal, com 31% dos votos válidos na pesquisa estimulada, seguida por Leila do Vôlei (PDT), com 27%, e Bia Kicis (PL), com 24%, na véspera do primeiro turno das eleições, que ocorre neste domingo (4).
Considerando apenas os votos válidos da pesquisa estimulada, em que o instituto apresenta a lista de nomes e partidos, o quadro mostra Michelle Bolsonaro com 31%, Leila do Vôlei com 27%, Bia Kicis com 24% e Erika Kokay (PT) com 17%. Os demais postulantes aparecem com 1% ou menos.
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Desempenho dos demais candidatos
Além das quatro candidatas mais bem posicionadas, a pesquisa registra os seguintes percentuais, também em votos válidos:
- Michelle Bolsonaro (PL): 31%
- Leila do Vôlei (PDT): 27%
- Bia Kicis (PL): 24%
- Erika Kokay (PT): 17%
- Sebastião Coelho (Novo): 1%
- Ronaldo Fonseca (PSD): 0%
- Professor Guilherme Amorim (UP): 0%
- Zanata (PSTU): 0%
- Guto Felício dos Santos (PSDB): 0%
- Tiago (Agir): 0%
- Marley (Avante): 0%
- David Horn (PCO): 0%
O que são votos válidos
A Quaest apresenta os resultados em votos válidos, mesma lógica usada pelo Tribunal Superior Eleitoral na apuração oficial. Nesse cálculo, entram apenas os votos dados a candidatos, enquanto votos em branco e nulos ficam de fora.
Para vencer no primeiro turno, um candidato precisa atingir pelo menos metade dos votos válidos, mais um voto. Se ninguém alcançar esse desempenho, a eleição segue para uma segunda etapa entre os dois mais bem colocados.
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Modelo de eleitor provável
Segundo o instituto, a estimativa de votos válidos considera não só a intenção de voto captada na entrevista, mas também o perfil de comparecimento às urnas. A Quaest utiliza um modelo de eleitor provável, conhecido como likely voter, que dá maior peso aos entrevistados com maior propensão a votar.
Na metodologia, características como interesse por política, histórico de participação em eleições anteriores e disposição declarada para ir votar entram na conta. Esses fatores ajudam a ajustar a distribuição final dos votos, aproximando o resultado da pesquisa do comportamento esperado no dia da votação.
A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob o número DF-04089/2026.
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Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
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