Quaest: Cleitinho lidera disputa ao governo de MG; Senado tem empate quádruplo
Levantamento do instituto Quaest em Minas Gerais, divulgado nesta terça-feira (29), mostra o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança da disputa
Levantamento do instituto Quaest em Minas Gerais, divulgado nesta terça-feira (29), mostra o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) na liderança da disputa pelo governo do estado e um cenário de empate quádruplo na corrida pelas duas vagas ao Senado. O estudo foi encomendado pela Globo e realizado a poucos dias do primeiro turno, marcado para 4 de outubro.
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Governo de Minas – cenário estimulado
Na pesquisa estimulada para o governo, em que o entrevistador apresenta a lista de candidatos, Cleitinho aparece com vantagem sobre os adversários. Patrus Ananias (PT) e Alexandre Kalil (PDT) ocupam a segunda e terceira posições, enquanto Mateus Simões (PSD) e Flávio Roscoe (PL) vêm na sequência. Veja os números, com a comparação em relação ao levantamento de 23 de setembro:
- Cleitinho Azevedo (Republicanos) – 37%; 37% na pesquisa de 23/9
- Patrus Ananias (PT) – 18%; 16% em 23/9
- Alexandre Kalil (PDT) – 9%; 8% em 23/9
- Mateus Simões (PSD) – 6%; 7% em 23/9
- Flávio Roscoe (PL) – 5%; 5% em 23/9
- Gabriel (MDB) – 2%; 2% em 23/9
- Ben Mendes (Missão) – 2%; 1% em 23/9
- Professor Túlio Lopes (PCB) – 1%; 1% em 23/9
- Rafael Duda (PSTU) – 0%; 0% em 23/9
- Henrique Áreas (PCO) – 0%; 0% em 23/9
- Indira Xavier (UP) – 0%; 0% em 23/9
- Indecisos – 11%; 16% em 23/9
- Branco/nulo/não vai votar – 9%; 7% em 23/9
O quadro mostra estabilidade na liderança de Cleitinho e crescimento de Patrus, enquanto o grupo de indecisos diminui e os votos em branco ou nulos oscilam dentro da margem de erro.
Pesquisa espontânea para o governo
Na modalidade espontânea, em que a Quaest não apresenta nomes e o eleitor cita quem lembra, o nível de indefinição permanece alto. Cleitinho é o mais mencionado, mas a maioria ainda não sabe em quem votar. Confira:
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- Cleitinho Azevedo (Republicanos) – 24%; 19% em 23/9
- Patrus Ananias (PT) – 6%; 6% em 23/9
- Alexandre Kalil (PDT) – 4%; 3% em 23/9
- Mateus Simões (PSD) – 1%; 3% em 23/9
- Flávio Roscoe (PL) – 1%; 1% em 23/9
- Ben Mendes (Missão) – 1%; 0% em 23/9
- Gabriel (MDB) – 0%; 1% em 23/9
- Professor Túlio Lopes (PCB) – 0%; 0% em 23/9
- Henrique Áreas (PCO) – 0%; 0% em 23/9
- Indira Xavier (UP) – 0%; 0% em 23/9
- Rafael Duda (PSTU) – 0%; 0% em 23/9
- Outros – 1%; 1% em 23/9
- Indecisos – 60%; 62% em 23/9
- Branco/nulo/não vai votar – 2%; 4% em 23/9
Rejeição dos candidatos ao governo
A Quaest também mediu a rejeição, perguntando aos entrevistados quais candidatos conhecem e não votariam de jeito nenhum. Os maiores índices são de Alexandre Kalil e Patrus Ananias, seguidos por Mateus Simões e Cleitinho. Veja os percentuais de rejeição e a comparação com a pesquisa anterior:
- Cleitinho Azevedo (Republicanos) – rejeição de 21%; 22% em 23/9
- Patrus Ananias (PT) – 38%; 36% em 23/9
- Alexandre Kalil (PDT) – 40%; 44% em 23/9
- Mateus Simões (PSD) – 31%; 18% em 23/9
- Gabriel (MDB) – 19%; 20% em 23/9
- Flávio Roscoe (PL) – 20%; 17% em 23/9
- Ben Mendes (Missão) – 16%; 17% em 23/9
- Professor Túlio Lopes (PCB) – 10%; 9% em 23/9
- Henrique Áreas (PCO) – 9%; 9% em 23/9
- Indira Xavier (UP) – 9%; 9% em 23/9
- Rafael Duda (PSTU) – 10%; 8% em 23/9
Senado: quatro nomes embolados na frente
Para o Senado, a Quaest considera o conjunto de menções para a primeira e a segunda vagas e apresenta o total de intenções de voto de cada candidato. Dentro da margem de erro, há empate técnico entre Domingos Sávio (PL), Marília Campos (PT), Carlos Viana (PSD) e Aécio Neves (PSDB). Veja os números gerais:
- Domingos Sávio (PL) – 14%; 10% em 23/9
- Marília Campos (PT) – 13%; 13% em 23/9
- Carlos Viana (PSD) – 12%; 10% em 23/9
- Aécio Neves (PSDB) – 12%; 10% em 23/9
- Marcelo Aro (PP) – 6%; 6% em 23/9
- Marco Antônio Superman (Novo) – 4%; 1% em 23/9
- Áurea Carolina (PSOL) – 4%; 3% em 23/9
- Ana Luiza do MLB (UP) – 0%; 1% em 23/9
- Arcanjo Pimenta (MDB) – 0%; 0% em 23/9
- Carlin Moura (Avante) – 0%; 1% em 23/9
- Fidélis Alcântara (UP) – 0%; 1% em 23/9
- Jordano Metalúrgico (PSTU) – %; 0% em 23/9
- Juiz Ramon Moreira (DC) – %; 0% em 23/9
- Manoel Carvalho (MDB) – %; 0% em 23/9
- Tião Pessoa (PCO) – %; 0% em 23/9
- Victória Mello Vic (PSTU) – 0%; 0% em 23/9
- Indecisos – 18%; 29% em 23/9
- Branco/nulo/não vai votar – 17%; 15% em 23/9
Preferência no primeiro voto para o Senado
Quando a análise leva em conta apenas o primeiro voto de cada eleitor para o Senado, Marília Campos aparece à frente, seguida por Aécio Neves, Carlos Viana e Domingos Sávio. Os demais nomes têm até 7%. Confira o recorte do primeiro voto e a comparação com 23 de setembro:
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- Marília Campos (PT) – 19%; 18% em 23/9
- Aécio Neves (PSDB) – 15%; 13% em 23/9
- Carlos Viana (PSD) – 14%; 11% em 23/9
- Domingos Sávio (PL) – 11%; 7% em 23/9
- Marcelo Aro (PP) – 7%; 7% em 23/9
- Marco Antônio Superman (Novo) – 3%; 1% em 23/9
- Áurea Carolina (PSOL) – 2%; 2% em 23/9
- Ana Luiza do MLB (UP) – 0%; 0% em 23/9
- Arcanjo Pimenta (MDB) – 0%; 0% em 23/9
- Carlin Moura (Avante) – 0%; 1% em 23/9
- Fidélis Alcântara (UP) – 0%; 1% em 23/9
- Jordano Metalúrgico (PSTU) – 0%; 0% em 23/9
- Juiz Ramon Moreira (DC) – 0%; 0% em 23/9
- Manoel Carvalho (MDB) – 0%; 1% em 23/9
- Tião Pessoa (PCO) – 0%; 0% em 23/9
- Victória Mello Vic (PSTU) – 0%; 0% em 23/9
- Indecisos – 16%; 26% em 23/9
- Branco/nulo/não vai votar – 13%; 12% em 23/9
Metodologia da pesquisa
A pesquisa Quaest em Minas Gerais ouviu 1.506 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 25 e 28 de setembro. A margem de erro é de aproximadamente três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MG-02019/2026.
Como funciona uma pesquisa eleitoral
As sondagens de intenção de voto seguem critérios estatísticos para representar a composição do eleitorado nacional por renda, escolaridade, idade e região. Entender a metodologia, as amostras e o financiamento dos levantamentos é essencial para acompanhar o cenário político, sendo possível verificar como funcionam as pesquisas eleitorais e quem paga por elas.
Como identificar pesquisas falsas
Com a proximidade do pleito, a circulação de levantamentos não registrados ou adulterados tende a aumentar nas redes sociais. Para evitar desinformação, é fundamental consultar o registro oficial no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saber como identificar pesquisas eleitorais falsas antes de compartilhar dados sobre a disputa.
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