Eleições

Relembre os candidatos que faltaram a debates no segundo turno

À medida que a campanha do segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avança com a sequência de encontros na televisão, a

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09/10/2026 09:00 • Atualizado há 8 dias

À medida que a campanha do segundo turno entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avança com a sequência de encontros na televisão, a presença e a postura dos candidatos nos estúdios voltam ao centro das atenções.

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Desde a redemocratização, a decisão dos presidenciáveis de comparecer ou não a debates em segundo turno se tornou parte relevante da estratégia de campanha e da rotina do eleitor, que acompanha esses encontros como oportunidade de comparar propostas e estilos de governo.

Estratégia e cálculo político nas ausências em debates

Especialistas em comunicação política explicam que a presença em debates de segundo turno passa por uma avaliação detalhada de riscos, do cenário das pesquisas e dos objetivos de cada chapa. Candidatos em vantagem tendem a ponderar o custo da exposição ao vivo, com possibilidade de erros ou de exploração de pontos frágeis pelo adversário.

Para campanhas que buscam a virada, o confronto direto costuma ser visto como chance de reduzir a distância nas intenções de voto, explorar dúvidas sobre o favorito e falar diretamente aos indecisos. Como o embate envolve apenas dois nomes, a pressão da opinião pública para que ambos estejam lado a lado diante das câmeras aumenta.

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Analistas eleitorais lembram que não há obrigação legal de participar de debates, mas o cálculo leva em conta efeitos sobre a imagem e sobre a narrativa da disputa. Em muitos casos, a opção pela ausência procura evitar desgastes; em outros, a presença é entendida como demonstração de disposição ao diálogo e à confrontação.

Histórico: de Collor em 1989 a Bolsonaro em 2018

A memória das eleições presidenciais brasileiras reúne exemplos variados de participação e de recusa. Em 1989, na primeira eleição direta após a redemocratização, Fernando Collor não compareceu aos debates do primeiro turno, mas participou dos dois encontros decisivos do segundo turno contra Lula.

Em 2006, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva optou por se ausentar dos debates da primeira fase, mas esteve presente em todos os embates do segundo turno contra Geraldo Alckmin. Nos dois casos, os candidatos líderes nas pesquisas evitaram a exposição inicial, mas aceitaram o confronto final.

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O pleito de 2018 trouxe um precedente distinto. Após o atentado a faca sofrido por Jair Bolsonaro durante a campanha, orientações médicas levaram à ausência do candidato em debates, e não houve encontro televisionado no segundo turno entre Bolsonaro e Fernando Haddad. Já em 2022, Lula e Jair Bolsonaro voltaram a se enfrentar em encontros organizados por diferentes emissoras e consórcios de imprensa, incluindo o debate em pool liderado pela Band.

Debate na Band entre Lula e Flávio acontece dia 18

O debate do segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula promovido pelo Grupo Bandeirantes está marcado para 18 de outubro, domingo, às 20h, nos estúdios da Band em São Paulo. O encontro abre a série de duelos finais antes da votação.

O público poderá acompanhar o debate ao vivo e de graça em diferentes plataformas. Na televisão, a transmissão será feita pela Band na TV aberta e pelo canal BandNews TV na TV por assinatura.

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Na internet, o debate estará disponível no portal Band.com.br, no aplicativo gratuito Bandplay (Android e iOS), para celulares e tablets, e no canal Band Jornalismo no YouTube.

Quem preferir o rádio poderá ouvir a íntegra do confronto pelas rádios BandNews FM e Bandeirantes. Um pool de mídia formado por TV Cultura, TV Gazeta, Jovem Pan e Estadão também fará a retransmissão, ampliando o alcance da audiência.

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