Votação em MG não terá Lei Seca e contará com mais de 40 mil PMs nas ruas
Entre as medidas previstas, todo o efetivo das forças policiais de Minas Gerais estará de prontidão no domingo

Foi divulgado, nesta quinta-feira (1º), durante coletiva de imprensa realizada na sede do Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), o esquema de segurança para o primeiro turno das Eleições 2026, que acontece neste domingo (4). As ações incluem a mobilização de todo o efetivo das forças policiais do estado e o monitoramento da distribuição das urnas em Belo Horizonte. Além do esquema de segurança, durante a coletiva foi confirmado que Minas Gerais não terá Lei Seca durante as eleições.
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Segundo informações do TRE, o Gabinete Integrado de Segurança (GIS) realizou, nesta quinta-feira (1º), a última reunião de planejamento antes da votação. O grupo analisou as particularidades de todas as regiões de Minas Gerais para organizar as ações de segurança. Segundo o coordenador do GIS, desembargador Paulo Tamburini, o planejamento começou em dezembro, com a elaboração de uma matriz de risco baseada em ocorrências de eleições anteriores.
Entre as medidas previstas, todo o efetivo das forças policiais de Minas Gerais estará de prontidão no domingo. Além disso, haverá um oficial da Polícia Militar em cada um dos 853 municípios mineiros. Em Belo Horizonte, será realizado um monitoramento especial da entrega das urnas nas 4.927 seções eleitorais, durante a madrugada de domingo.
A operação na capital contará com informações em tempo real sobre os policiais e as viaturas responsáveis pela escolta das urnas, incluindo rotas, horários e identificação dos responsáveis pelo recebimento dos equipamentos em cada local de votação. A iniciativa poderá ser ampliada para outras cidades mineiras nas próximas eleições. O GIS também acompanhará possíveis crimes eleitorais, como transporte irregular de eleitores e boca de urna.
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Durante a coletiva, o coordenador do gabinete afirmou que pessoas que desrespeitarem a legislação eleitoral poderão ser presas e processadas. Já o presidente do TRE-MG, desembargador Carlos Henrique Perpétuo Braga, destacou que o planejamento considera as necessidades específicas de cada região do estado. O objetivo, segundo os representantes, é garantir a segurança dos eleitores, o sigilo do voto e a integridade do sistema de votação.
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