'Faxina' em cargos comissionados deve economizar R$ 230 milhões no RJ
Redução de cargos comissionados foi determinada por Ricardo Couto, que assumiu o governo interinamente
O governo interino do Rio de Janeiro exonerou 3.600 servidores comissionados desde março e projeta uma economia de R$ 230 milhões até dezembro. O corte foi feito sem comprometer os serviços prestados pelo estado, segundo a atual gestão.
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O desembargador Ricardo Couto, presidente do Tribunal de Justiça do Rio, assumiu o governo de forma interina após uma sequência de crises políticas.
O ex-governador Cláudio Castro (PL) renunciou ao cargo, e o presidente da Assembleia Legislativa, Ricardo Bacellar, que assumiria o posto, foi preso por suspeita de envolvimento com o Comando Vermelho. Com isso, coube ao presidente do TJ-RJ a condução do estado.
A chamada "faxina" nos cargos comissionados é a principal marca da gestão interina até agora. Os números são expressivos: na Secretaria da Casa Civil, o número de cargos passou de 1.692 para 670 —uma redução de 60% no quadro de pessoal da pasta. A economia projetada de R$ 230 milhões refere-se apenas ao período até o fim deste ano.
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